Palmeirenses e corintianos chegaram a trocar socos no setor
Se o clima fora do Pacaembu foi de paz antes da partida, dentro do estádio não pode se dizer o mesmo. Houve confusão na numerada após o gol do Corinthians, marcado pelo atacante Jorge Henrique.
No setor, há um espaço reservado para 80 convidados da Secretaria Municipal de Esportes, entre corintianos e palmeirenses. Após o gol, os torcedores do Timão comemoraram e foram reeprendidos pelos rivais, com vários xingamentos. Apesar da chegada dos policiais, alguns chegaram a trocar socos.
Mesmo com a intervenção da Polícia e de os ânimos terem se acalmado, alguns torcedores ainda continuaram discutindo. Após o gol do Verdão, marcado por Edinho, os palmeirenses se viraram para provocar os corintianos.
Para Deola, arbitragem influenciou o resultado
O goleiro Deola, do Palmeiras, afirma que a equipe merecia um resultado melhor no clássico contra o Corinthians, neste domingo, no Pacaembu. Para o jogador, o jogo só terminou 1 a 1 porque o Verdão foi prejudicado pela arbitragem comandada por Paulo César Oliveira. Deola não falou em tom de reclamação, muito menos se exaltou. Mas, de forma calma, deu o seu recado.
- Pelo que eu percebi, o gol deles (marcado por Jorge Henrique) foi marcado em impedimento. Se o juiz tivesse anulado, como anulou os nossos, provavelmente teríamos o placar a nosso favor – afirmou o goleiro, deixando claro que, em sua opinião, houve interferência da arbitragem no resultado da partida
Torcida pede permanência de Rivaldo
Alvo de especulações, o nome do atleta chegou a ser anunciado pelo site oficial do clube paulista como o novo reforço da temporada, no entanto a diretoria avaiana desmentiu o acerto e escalou-o para o embate deste domingo, na Ressacada.
Ouvindo o grito de “Fica, Rivaldo” das arquibancadas, o jogador despistou e deixou o seu futuro nas mãos de seus empresários. “Não sei o que vai acontecer, vamos conversar ainda. Não sei de nada, sei nem se eu vou para lá (Palmeiras). Vai ter uma reunião ainda para ver o que vai acontecer”, explicou.
Com o duelo deste domingo, Rivaldo acumula cinco partidas no Campeonato Brasileiro, duas a menos do limite que o impediria de vestir a camisa do Verdão na edição 2010 do Nacional.
Marcos pediu para não jogar
Dúvida até momentos antes do clássico contra o Corinthians (empate em 1 a 1, no Pacaembu), o goleiro Marcos, do Palmeiras, disse ao técnico Felipão, ainda no sábado, que não tinha condições de atuar no jogo contra o maior rival.
- Marcos não é um jogador, é um amigo. Gosto muito dele, temos uma amizade. Ele é diferenciado, não só para o Palmeiras. No sábado, ele disse que não podia jogar: “Não posso, professor”. Tudo bem. Espero que ele ainda possa jogar por um bom tempo conosco – revelou Luiz Felipe Scolari.
O comandante disse que o goleiro segue uma preparação especial e que tem conversado com os médicos do clube para saber do andamento da situação do ídolo palmeirense.
- Ele não foi para o jogo porque tem uma série de situações que os médicos têm conversado conosco. Temos de seguir uma programação totalmente definida. Quero ter o Marcos o máximo de tempo possível comigo, mas o joelho dele ainda causa muita dor – afirmou Felipão.

