Por Fábio Cerdeira
@cerdeirafc
Caros amigos,
A derrota do Internacional de Porto Alegre para o Mazambe pelo Mundial de Clubes fecha esta década recheada de surpresas no quesito zebra. A mesma década que começou com um fenômeno chamado São Caetano que chegou a final da então Copa João Havelange e em minha opinião, só perdeu devido aos acontecimentos trágicos em São Januário paralisando aquela partida que estava em suas mãos. O mesmo clube do ABC que nos anos seguintes chegou a final do campeonato Brasileiro e até da Libertadores (viu “CÚRINTIA?”) quando depois de tanta insistência, acabou conseguindo finalmente um título no paulistão de 2004. Aliás, no mesmo ano em que Once Caldas se sagrou campeão da Libertadores vencendo o Boca na final, a Grécia campeã européia e o Porto, campeão Mundial depois de ganhar a Champions League.
Nos anos seguintes, os “bobos” voltaram a atacar com as conquistas de Santo André e Paulista na Copa do Brasil.
A frase “não existe mais bobo no futebol” deve ser levada a sério, pois alguns clubes não acreditam nesta tese e entram em campo, mesmo que sem intenção, menosprezando o adversário que não possui uma camisa tão tradicional. Palmeiras que o diga perdendo oportunidades claras de títulos para times sem expressão como Asa, Santo André, Paulista, Atlético GO e por último, Goiás.
Não adianta o caro leitor que acompanha essa coluna tentar procurar os “bobos”, porque isso no futebol é coisa do passado. O que vale é jogar futebol com seriedade e não com a vitória na ponta da chuteira antes de sujá-la em campo.


